quarta-feira, 15 de julho de 2009

Do herói ao fim - Parte VII

A negociação do herói e seu Senhor...
Uma espada vos lhe peço por mérito e gratidão
necessito de tal ferramenta para um espetáculo lhe apresentar
tal destino é o meu, incerto e incorreto vim a ti desabafar
Nobre ferramente eu sei, mas dela irei precisar
Preciso da melhor que tiver, pois minha cabeça pode rolar
e sem ela não terei como lhe pagar nobre benefício
meu querido Senhor...

Da parte do Senhor...
Vassalo, sei de sua nobreza e gratidão
o perigo que enfrentas e a necessidade culminada
lhe entregarei uma nobre espada...
Pesada como a morte, leve como a vida
Fina como um tesouro
temida como a desgraça
Sejes fiel a mim vassalo, sedes fiel...

A espada era incrível e proeminente
digna de um guerreiro da alta corte
ali... o herói percebeu a confiança que recebeu
porém o contrapondo também lhe corresponde
uma espada tão boa, mas será ela suficiente?
Meu Senhor ele tem confiança em minha vitória?

O herói fora dormir
Mas dois de seus amigos montaram guarda
ninguém me atacará enquanto durmo
eis a fraqueza do ser humano
o sono é uma atualização, uma prévia, um descanso
Será que hoje eu sonho?

Ao amanhecer...
o galo cantou, a luta enfim começará
cada um com sua arma
em um duelo sem cavalos
O herói conta com sua espada, coragem e torcida
O que esperar desse desafio???

4 comentários:

Eu, Thiago Assis disse...

"Será que hoje eu sonho?"
Dificilmente ele não sonhará com a batalha que o aguarda.
Boa sorte pra ele o/

Philip Rangel disse...

ate que fim pos o fim.....

Silas disse...

não é o fim.
sábado tem mais.
a estória vai esquentar agora.
vou mexer um pouco mais com o emocional dos personagens.

Aline disse...

Quase um livro! Rs! Mas são lindos versos.